A Escola |
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Escola de Bailado Carlos Fernandes fundada em 1987
Trata-se de um estabelecimento privado que se dedica ao ensino da dança clássica, situada no Edifício Edmundo Bettencourt, na Rua Latino Coelho, no Funchal, Madeira. Partiu do Secretário Regional do Turismo e Cultura, João Carlos Abreu o convite para abrir uma escola de bailado na Madeira ao antigo bailarino e Director de Cena do Ballet Gulbenkian, Carlos Fernandes . Aceitou o desafio e inaugurou o primeiro espaço, no Conservatório de Música da Madeira. Passados alguns anos mudou-se e veio para o edifício onde actualmente estão. O ballet é desde sempre uma paixão de Carlos Fernandes, natural do Funchal, foi aluno do curso especial para bailarinos do grupo experimental de Ballet dirigido por Norman Dixon, onde passou a trabalhar como profissional a partir de 1963. Em 1966 foi elevado á categoria de Solista. Em 1968 recebeu o prémio da Casa da Imprensa para o melhor bailarino de carácter. Em 1971 foi convidado para participar como "partenaire" de Paula Hinton, num espectáculo de Isabel II de Inglaterra. Durante a sua carrreira de bailarino estudou e trabalhou com grandes Mestres e Coreógrafos de prestígio Internacional- Em 1974 estreou-se como coreógrafo com dois trabalhos para o estúdio coreográfico do Grupo Gulbenkian de Bailado. Desempenhou no Ballet Gulbenkian, as funções de director de cena, especialidade que fez um estágio de aperfeiçoamento no Scottish e no London's Festival Ballet. Carlos Fernandes criou obras para diversos estúdios coreográficos da Fundação Gulbenkian: "Duo e Fox-Trot 5 Horas" (1974), "Galopes Polcas & Valsas" e "Glória" (1976), "5,6,7" (1978), "Memórias do Passado" e "Festivo" (1979). É autor também do Bailado "Dança do Touro Selvagem", estreado pelo Ballet Gulbenkian na temporada 76/77. Carlos fernandes foi director responsável do Curso Internacional de Dança verão/80 e Verão /81/82 realizados no Funchal. Esta escola já lançou centenas de jovens no ballet clássico e já viu alguns deles partirem para o estrangeiro para aperfeiçoarem a sua técnica e tornarem-se bailarinos profissionais. Apesar de muitos dos seus alunos não terem intenção de ingressar no mundo do ballet, como profissionais, existem também casos de sucesso e exemplos claros de talento, nesta escola. Regra “número um” para se ser um bom bailarino é ter-se muita disciplina. Depois, ter-se um bom físico. Quando se quer seguir esta profissão, o físico torna-se uma parte “moldável”, isto é, o físico muda-se, trabalha-se, explora-se. Como sabemos ou mesmo em termo de curiosidade, o ballet clássico serve para corrigir posturas, “pés chatos”, pernas curvadas, entre outros problemas. É por isso que, se uma pessoa, apesar de gostar muito de ballet clássico, achar que não reúne as condições físicas para tal engana-se porque o corpo pode ser trabalhado. «Nós temos o cuidado de aconselhar os nossos alunos para os benefícios de uma alimentação correcta, equilibrada e sem exageros. Para além de ser saudável ajuda em muito no bom desempenho de um bailarino» ![]() |



